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| Faltou Best, mas o Ferguson está mais do que bom Foto: Getty images |
Atualmente sei que esse tipo de discussão pode
perdurar para sempre se cada um levar em conta o gosto pessoal, mas Ronaldo provou
ser melhor com os anos. Kaká de atuações físicas brilhantes teve decadência
cedo demais.
Eu com minha velha camisa surrada da Alemanha, uma
réplica da seleção de 70, suada pelo calor do sol de Teresina no Piauí, curtia
aquilo ali. Uma das lembranças boas que tenho era de com essa mesma camisa
estar indo ao centro comercial da cidade sempre falando de futebol e ao lado os
inseparáveis amigos. Tinha e ainda tenho costume de ir a banca e comprar uma
revista Placar e outras de meu interesse. Infelizmente a Placar já não é mais a
mesma. Pena mesmo.
De idades diferentes éramos uma espécie de quinteto.
Sabe o Dorval, Mengalvio, Coutinho Pelé e Pepe, o quinteto fantástico da era de
ouro do Santos? Pois é. Se não estávamos os cinco juntos ficava observando o trio
de amigos que mais se parecia Denis Law, George Best e Bobby Charlton do Manchester
United tamanha a facilidade com que os assuntos surgiam assim como a bola
gostava de ficar perto do famoso trio do time inglês.
Certo dia eu que moro em outra cidade coloquei a mesma
surrada camisa da Alemanha para ir a praça fazer uma caminhada. Sim, o futebol,
esse velho amigo ainda é inseparável e queria passar essa paixão para meu
filho, sem pressão, claro.
Era véspera de réveillon e resolvi dar uma parada
para descansar quando vi um quarteto de garotos tal qual aquele em que havia
estado. Faltou o tio. Eles falavam de Messi e Cristiano Ronaldo e um dos garotos
vestia uma camisa surrada da Alemanha campeã mundial em 2014.

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