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| Flamengo venceu o Atlético-MG na rodada de abertura da Copa Sul-Minas-Rio Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG/Divulgação |
Um punhado de palavras
bonitas foi usado em mais um documento oficial da CBF. Contudo as belas
palavras só escondem o significado de outra não tão bonita assim, chamada opressão.
E essa mostra muito bem quem são esses que comandam o futebol no país.
O tal documento fez
questão de proibir a disputa da Primeira Liga neste ano e que o calendário
deveria ser seguido com as disputados neste período dos famigerados estaduais. Desnecessário
dizer que esta é uma atitude opressiva, mandatária de quem só pensa em manter o
atual esquema vigente que cheira a podre no futebol brasileiro.
Enquanto o tal coronel
Nunes não passa de um fantoche do Del Nero, a FERJ ameaça retirar as cotas de
televisão de Flamengo e Fluminense, a Primeira Liga pode se configurar um
possível respiro de inteligência de dirigentes que em sua grande maioria tem
rabo preso com CBF, federações e cotas de televisão.
Se esses mesmos
dirigentes conseguissem ter um mínimo de organização e união poderiam
simplesmente 'chutar a bunda' de CBF e FERJ com seus desmandos. Problema é que a
própria organização da Primeira Liga foi se implodindo com picuinhas e
politicagem e foi dando brechas para esse tipo de atitude da confederação.
O futebol brasileiro
precisa de idéias novas de gente que pense mais além do que é feito e mantido
atualmente. Contudo, a atitude autoritária da instituição manchada por corrupção
só conseguiu que esses clubes desorganizadamente dessem uma continuidade a
competição de vez, mas até quando?
A continuidade da Copa
Sul-Minas-Rio é ainda uma incógnita a partir principalmente da segunda rodada
quando começam as rodadas da competição a se chocar com os maravilhosos
estaduais.
Se de fato os mandatários
dos clubes querem manter a competição e um pouco de dignidade que ainda resta,
que sigam com a ideia dela até o fim e batam de frente com a imaculada CBF. Vejamos
as cenas do próximo capítulo.

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